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Vascular.pro – Cirurgião Vascular em São Paulo Cirurgião Vascular em São Paulo

  • Varizes tem cura? Compreendendo o Tratamento e Prevenção

    by Dr. Alexandre Amato on fevereiro 15, 2024 at 7:40 pm

    A pergunta sobre a cura definitiva das varizes é comum em consultórios médicos. Este artigo aborda o tratamento das varizes, as opções disponíveis e como prevenir seu reaparecimento.

    Resumo

    O vídeo apresenta Dr. Alexandre Amato explicando como é possível tratar efetivamente as varizes em sete dias. Ele começa mencionando que as varizes podem ter origem genética, mas atualmente não existe uma terapia genética para mudar essa predisposição. Depois, o Dr. Amato esclarece que danos já ocorridos nas veias varicosas são irreversíveis e nenhum medicamento atual pode restaurar completamente a função dessas veias. No entanto, ele aponta que é possível tratar efetivamente as varizes através de uma cirurgia com laser e microcirurgia, que são realizadas com anestesia local e sedação e permitem ao paciente retomar as atividades normais em uma semana. Ele reforça que esta solução não requer nenhum “milagre”, mas sim a utilização de tecnologia adequada.

    Transcrição

    Olá, sou o Doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato. Hoje, vou explicar como se livrar das varizes em sete dias, então fique até o final com o vídeo, para não ter mais dúvidas da melhor solução e se livrar das varizes em sete dias.
    Em primeiro lugar, é importante lembrar que as varizes podem ser genéticas. Mais frequentemente, são as varizes primárias, que carregam junto à hereditariedade e podem ser secundárias a alguma outra doença, como uma trombose ou uma fístula arteriovenosa. A questão é que, quando estamos falando de genética, até hoje, não existe nenhuma terapia genética capaz de mudar a genética de alguém.
    É possível que em algum momento do futuro exista uma terapia genética eficaz, mas, no momento, isso ainda não existe. E é importante mencionar que eu não estou falando sobre mudar a genética de alguém, e sim como se livrar das varizes em sete dias.
    Outro aspecto importante é lembrar que os danos que já ocorreram nas veias varicosas não têm volta. Esses danos ocorrem principalmente nas válvulas que abrem e fecham, direcionando esse fluxo sanguíneo a sempre ascendente de forma a retornar ao coração.
    Este dano tanto na válvula quanto na parede da veia não tem volta. Não existe nenhuma medicação, até hoje, que seja capaz de fazer esta parede venosa voltar a funcionar adequadamente.
    Os medicamentos existem, tem vários, eles melhoram os sintomas, como dor, Inchaço, cansaço, mas não vão fazer regredir essa doença venosa.
    Se não temos uma terapia gênica e nem um medicamento, como é que vamos nos livrar das varizes em sete dias? Explicarei como chegar a sete dias sem varizes.
    Outro aspecto é qual a classificação das varizes. A classificação da insuficiência venosa vai de 1 a 6; tenho um vídeo muito legal sobre classificação venosa que pode ver no nosso canal.
    Quando falamos de varizes, elas são veias dilatadas e tortuosas, visíveis a olho nu. Quando me refiro a elas, estou pensando possivelmente na classificação 2 ou 3 das varizes, portanto, estou me restringindo nas possibilidades terapêuticas que se podem resolver em sete dias.
    Com a classificação 2 ou 3, existem várias técnicas de tratamento, mas algumas têm uma recuperação muito rápida. É possível iniciar o tratamento e já voltar às atividades normais com uma alta probabilidade de êxito em menos de sete dias. A técnica que estou falando é a cirurgia com laser e a microcirurgia.
    Quando fazemos essas técnicas com anestesia local e sedação, o paciente vem para a clínica, fazemos o procedimento em regime de hospital-dia, iniciando a cirurgia às 9h da manhã e, por volta de meio-dia ou 13h, o paciente já está indo embora para casa, dependendo do tamanho da cirurgia.
    Se o procedimento for feito numa sexta-feira, na segunda-feira, a paciente já está apta a voltar às atividades. Mas, para acomodar um maior número da população, um prazo mais realista seria uma semana.
    Nesse procedimento cirúrgico com anestesia local e sedação, usamos o laser, que necessita apenas de pequenos furos, associado à técnica da microcirurgia, que também só necessita de pequenos furos. Não é necessário ficar deitado o tempo todo na cama na recuperação, é necessário apenas repouso relativo, tem que se movimentar continuamente.
    Então, em uma semana, já voltou às atividades normais. É possível fazer o tratamento das varizes em sete dias sem precisar de nenhum milagre, tratamento milagroso ou mágica tirada da cartola. Temos a tecnologia para oferecer um tratamento seguro e rápido para varizes.
    Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se no nosso canal, clique também no sininho, compartilhe nossos vídeos nas redes sociais e até a próxima.

     

    Compreendendo as Varizes

    Varizes são veias dilatadas e deformadas que surgem devido ao mau funcionamento das válvulas venosas. Embora o tratamento possa eliminar as veias afetadas, não há garantia de que novas varizes não surjam, principalmente se os fatores de risco permanecerem.

    Tratamentos Disponíveis para Varizes

    O tratamento das varizes varia de acordo com o estágio da doença:

    Escleroterapia com Microespuma: Tratamento ambulatorial para varicosidades, realizado com anestesia pelo frio (crioanalgesia).

    Escleroterapia Ampliada com Realidade Aumentada: Utiliza o VeinViewer (GPS vascular) para tratamento de microvarizes e vasinhos.

    Escleroterapia com Espuma Densa: Voltado para varizes mais grossas, usando ultrassom (Ecodoppler) e VeinViewer.

    Cirurgia de Varizes – Fleboextração Convencional: Retirada de veias safenas por meio de incisões na pele.

    Cirurgia de Varizes – Fleboablação com Endolaser: Método minimamente invasivo que utiliza laser para o tratamento de veias safenas e perfurantes, sem incisões.

    Prevenção de Novas Varizes

    Após o tratamento, a prevenção é crucial para evitar o reaparecimento das varizes:

    Atividade Física: Exercícios regulares melhoram a circulação e ajudam a prevenir varizes.

    Controle de Peso: O excesso de peso é um fator de risco para varizes; manter um peso saudável é essencial.

    Abstenção do Tabagismo: Fumar prejudica a circulação sanguínea; parar de fumar beneficia a saúde vascular.

    Quando as Varizes têm Cura?

    Embora o tratamento possa eliminar as varizes existentes, novas varizes podem surgir se os fatores de risco não forem gerenciados. Portanto, é importante entender que a “cura” das varizes é mais sobre o gerenciamento contínuo da saúde vascular do que uma solução permanente.

    Conclusão

    Tratar varizes envolve uma combinação de procedimentos médicos e mudanças no estilo de vida. Embora não haja uma cura definitiva que impeça o surgimento de novas varizes, é possível gerenciar e prevenir sua ocorrência com cuidados contínuos e um estilo de vida saudável. Se você tem varizes, consulte um especialista para uma avaliação e tratamento adequados.

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  • Manchas Roxas nas Pernas: Quando se Preocupar e Buscar Ajuda Médica

    by Dr. Alexandre Amato on fevereiro 14, 2024 at 7:28 pm

    Manchas roxas nas pernas podem ser uma ocorrência comum, especialmente após uma lesão, mas em alguns casos, elas podem indicar condições de saúde mais sérias. Este artigo aborda as causas dessas manchas, quando buscar ajuda médica e as opções de tratamento disponíveis.

    resumo

    No vídeo, o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre a razão de aparecimento de roxos ou hematomas na pele, especialmente nos braços, mãos e pernas. Ele explica que, em primeiro lugar, o aparecimento de roxos nessas áreas pode sugerir algum tipo de trauma físico. Contudo, roxos que aparecem no tronco, rosto ou pescoço sugere uma doença da coagulação ou do sangue. O especialista também cita que a idade da pessoa pode influenciar o surgimento dos roxos, pois os tecidos e vasos sanguíneos tornam-se mais frágeis com o passar do tempo. Jovens que apresentam hematomas frequentemente podem possuir outros problemas médicos que precisam ser investigados. Ele destaca a importância da vitamina K e C para a coagulação sanguínea e menciona algumas doenças genéticas, como a doença de Von Willebrand, e condições como o lipedema que podem tornar as pessoas mais propensas a desenvolverem roxos. Dr. Alexandre aconselha procurar um especialista quando os roxos aparecem em lugares incomuns, em grande quantidade, ou se há antecedentes familiares de hemofilia.

    Transcrição

    Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje eu vou falar sobre roxos nas na pele, nos braços, nas mãos e nas pernas. Você tem muito roxo? Aparece muito roxo do nada em você? Você conhece quem tem bastante roxo? Manda esse vídeo, pega o link ali em cima, encaminha pro WhatsApp para aquela pessoa que você sabe que vai ajudar, porque aqui eu vou dar a dica de como identificar o problema e como tratar, o que tem que fazer. Então tenho certeza que pode ajudar muita gente. Então, em primeiro lugar, o roxo nos braços e nas pernas sugere algum trauma, não tô falando que é trauma ainda, mas tô falando que sugere. Quando a gente vê o roxo, o hematoma equimose, aliás, eu tenho um vídeo inteiro falando de hematoma, equimose, petequia, eu vou colocar um link aqui pra quem quiser se aprofundar no assunto. Aqui eu vou falar do do roxo em geral. Então, pra quem tem o roxo no tronco, no rosto, no pescoço, já sugere uma outra coisa, que é uma doença da coagulação, uma doença do sangue. Então, primeiro pra gente separar, né? Quem tem o roxo nos membros, por que a gente tá pensando em trauma? Porque é a é a área que tá mais sujeita a pequenas batidas ou mesmo até na cama dormindo pode ter um pequeno garrote com lençol, isso pode já ser o suficiente pra causar um roxo em quem tem uma fragilidade capilar, por exemplo. Agora, aquele roxos, petéquias que surgem sem trauma nenhum, vão sugerir alguma doença, algo que tá causando isso, também aqueles roxos que aparecem em grande quantidade, mais de cinco roxos de uma vez com mais de um centímetro, tá acontecendo alguma coisa, é melhor passar em avaliação médica. Agora a gente pode ver pela idade também, quem tá tendo roxo, tem mais idade, é mais idoso? Então normalmente vai acontecer no dorso das mãos, no antebraço, parte da frente da perna, no tornozelo, são regiões onde a pele fica mais fina, fica mais adelgaçada, diminui o colágeno e até os vasos tem uma fragilidade capilar, então não precisa mais daquele trauma que era necessário antes pra ter um grande roxo, um grande extravasamento de sangue. Então pode ser só essa fragilidade por causa da idade. Agora em jovens já pode ser outras coisas, pode ser uma uma purpura simples, pode ser uma menorragia que também tá associada com sangramentos e hematomas. Agora, um jovem, uma jovem mulher, por exemplo, que nunca menstruou, não sabe ainda se tem uma doença da coagulação e começa a aparecer grandes hematomas, é uma informação. Agora, se a moça já menstruou, ou seja, sabe que o sangue pode coagular, ou seja, a menstruação vem e passa e tá tendo roxo, é outro problema que a gente tem que investigar. Agora, existem as deficiências nutricionais também que podem levar esses roxos frequentes. Então, por exemplo, a deficiência da vitamina K. Se você tem uma deficiência da vitamina K, você pode não ter a capacidade de coagular direito. Então, a vitamina K que tá presente nas verduras verdes escuras, ela é muito importante na nossa cascata da coagulação. Mas tem outra que é muito importante também, que é a vitamina C. Eu também tenho falando da vitamina C e a saúde vascular, eu vou colocar aqui, mas a a falta da vitamina C leva o escorbuto, escorbuto faz o roxo em tudo quanto é lugar, então é muito importante a gente ter a vitamina C e vitamina K adequada no nosso corpo, agora a doença celíaca, doença inflamatória intestinal. Nessas situações, por exemplo, você pode até tá ingerindo a vitamina, mas ela não tá, você não está absorvendo, porque a a parede do intestino não tem essa capacidade de de absorver em vigência de uma doença inflamatória. Então, às vezes você pode tá comendo direito, mas não está absorvendo o você tem uma deficiência nutricional, apesar da alimentação adequada. Existem vários medicamentos que aumentam a os sangramento. Então, tanto os anticoagulantes, tanto os anti anti-agregante plaquetário anti-inflamatórios, tanto os anti-inflamatórios não esteroidais, quanto os corticos esteroides, todos eles podem aumentar o sangramento. Agora, existem vários fitoterápicos também que podem influenciar na sua cascata da coagulação. Existem doenças familiares, doenças hereditárias que podem aumentar a chance de sangramento. Então, são as hemofilias. Uma das hemofilias frequente é a doença de Von Willebrand. Tenho até um um caso pra contar de doença de Von Willebrand. E óbvio, tinha que acontecer comigo, né? Eu tinha um cachorro, um pastor alemão que tinha doença de Von Willebrand, então, qualquer pequeno machucadinho que ele tinha, ele sangrava um monte. Então, é uma doença da cascata da coagulação, ele não tinha a capacidade de coagular do sangue, acabar fechando uma pequena ferida. É óbvio que o pastor alemão é muito peludo, a gente acabava não vendo os hematomas que ele fazia, mas sim, ele fazia hematoma, tanto que ele tinha uma irmã que morreu de um grande hematoma, essa a gente não fez o diagnóstico, mas também provavelmente era uma doença de Von Willebrand também. Agora em seres humanos, a doença de Von Willebrand é uma doença genética, rara. Rara mais ou menos, pode acometer até um a dois por cento da população. Com o meu cachorro, quando quando ele sangrava, eu acabava resolvendo com Super Bonder e funcionava que era uma maravilha, mas eu não recomendo isso pra seres humanos, é melhor passar no hematologista e fazer o adequado. A doença hepática, né? Doença do fígado crônica também pode levar a alteração da coagulação e aí pode ser tanto por hepatite por abuso alcoólico, a hepatite alcoólica crônica, tudo isso vai causar depressão da vitamina K que é essencial na cascata da coagulação, então qualquer coisa que afeta o fígado pode levar a formação de roxos nas pernas e nos braços, assim como o uso de algumas drogas ilícitas, tanto por causa de contaminação, então pegando hepatite, mas também como dano local, direto no fígado. Agora uma outra doença muito comum que acaba trazendo os hematomas e roxos, nas pernas, é o lipedema. O lipedema que é aquela deposição de gordura nas pernas, em coxas, em braços também. Essa gordura é depositada em vigência de inflamação crônica, só que ela traz também uma fragilidade capilar, então são mulheres, o lipedema acontece em mulheres que numa fase de estresse, numa fase de grande inflamação, acabam aparecendo roxo sem nem saber da onde nas pernas. E nos idosos é muito frequente também aquela purpura senil que é aquele adelgaçamento da pele que eu falei. Agora existem outras causas mais raras de roxo que seriam as doenças da coagulação genética, então já falei da Von Willebrand, mas existem dezenas de outras alterações da cascata da coagulação. Eu não vou encher vocês com a cascata da coagulação inteira, mas ela é um grande complexo de fatores que um atua no outro pra aumentar ou diminuir a coagulação, mas assim, quando todos estão funcionando direitinho, o nosso sangue, ele tá fluindo líquido dentro do vaso e ele coagula quando tem um utrauma. Agora, quando tem um aumento dos fatores pró-coagulantes ou uma diminuição dos anti-coagulantes, eu vou ter a formação da trombose, o contrário, se eu tenho uma diminuição dos fatores pró-cogaulantes e o aumento dos fatores naturais anti-coagulantes, eu vou ter as hemofilias que podem levar a formação de roxo e hematoma. São várias as causas, não vou ficar enumerando todas elas, tem que passar no cirurgião vascular ou no hematologista pra investigação dessas causas. Algumas doenças do tecido conectivo também podem levar a aumento do roxo, por exemplo, a síndrome de Ehlers Danlos, ela é uma das mais famosas, né? Que traz a hipermobilidade, mas tem uma grande gama de doença do tecido conjuntivo, porque o tecido conjuntivo, tecido conectivo, ele que mantém as nossas estruturas no local. E as nossas artérias e veias também precisam do tecido conjuntivo funcionando direitinho pra elas não serem frágeis. Ainda nas causas mais raras, nós temos algumas doenças endocrinológicas como a síndrome de Cushing, como hipotireoidismo e ainda alguns tumores malignos hematológicos também podem levar a esses roxos. Agora sabendo de tudo isso você percebeu que roxo nos braços e nas pernas pode não ser nada de importante mas pode ser alguma doença bem grave. Então a dúvida é: quando procurar o médico? Quando que você tem que ficar atento e que sinais que você tem que ficar atento? Então em primeiro lugar se os roxos estão aparecendo em algum lugar que não é comum, então por exemplo, pescoço, face, né? São lugares que não é pra aparecer roxo, então tem que procurar o médico. Se já teve evento de sangramento em grande quantidade, difícil de fazer parar, também tem que procurar o hematologista, vê se não não tem alguma hemofilia. Isso também, se você tem um histórico familiar, tem gente na família que tem hemofilia e já sabe, mas uma razão pra procurar o especialista ou tem várias pessoas na família que tem o sangramento e não sabem, também tem que procurar o especialista. Agora se você faz exame de sangue e tá sempre normal, mas também tem esse sangramento exagerado ou esses roxos, às vezes tem que fazer alguns exames mais específicos, mais aprofundados e aí o especialista é o recomendado. Se você for fazer alguma cirurgia e tem bastante roxo, é bom avisar o seu cirurgião porque isso também pode sugerir aí um aumento de um sangramento no intraoperatório. Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se no nosso canal, clica no sininho, espera um pouquinho que eu vou colocar o próximo melhor vídeo pra você assistir e até o próximo!

    Causas das Manchas Roxas nas Pernas
    As manchas roxas, ou hematomas, surgem devido ao rompimento de pequenos vasos sanguíneos sob a pele, resultando em equimoses ou hematomas mais profundos. As causas comuns incluem:

    Traumas ou batidas;
    Fragilidade dos vasos sanguíneos;
    Alterações na coagulação do sangue;
    Deficiência de vitamina C;
    Efeitos colaterais de medicamentos;
    Problemas hepáticos;
    Leucemia;
    Lipedema;
    Envelhecimento da pele.

    Quando Buscar Ajuda Médica
    É importante procurar um especialista em saúde vascular se:

    As manchas roxas surgirem frequentemente sem motivo aparente;
    As manchas não desaparecerem naturalmente em até 15 dias;
    As manchas estiverem associadas a outros sintomas como dor, inchaço ou alterações na pele.

    Esses sinais podem indicar condições subjacentes, como problemas circulatórios, varizes ou distúrbios de coagulação.
    Tratamentos Disponíveis
    O tratamento para manchas roxas nas pernas varia de acordo com a causa subjacente:

    Para Lesões ou Traumas: Repousar a área afetada e aplicar compressas frias podem ajudar. Elevar a perna também pode reduzir o fluxo sanguíneo e o inchaço na área lesionada.
    Para Condições Médicas: Se as manchas roxas forem resultado de condições como varizes ou fragilidade capilar, o tratamento pode incluir medicamentos ou procedimentos especializados, como laser para varizes. Em alguns casos, pode ser necessária intervenção cirúrgica.

    Prevenção e Cuidados

    Mantenha um estilo de vida saudável, com dieta balanceada e rica em nutrientes essenciais.
    Evite situações que possam causar lesões ou traumas nas pernas.
    Se estiver tomando medicamentos que possam causar hematomas, discuta com seu médico alternativas ou ajustes na medicação.

    Conclusão
    Manchas roxas nas pernas podem ser um indicativo de condições que vão além de simples hematomas devido a lesões. É importante estar atento aos sinais do corpo e procurar um especialista quando necessário. Lembre-se de que um diagnóstico precoce e correto é fundamental para um tratamento eficaz e para evitar complicações futuras.

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  • Dor no Nervo Ciático: Como Diferenciar de Varizes

    by Dr. Alexandre Amato on fevereiro 13, 2024 at 7:28 pm

    A dor no nervo ciático é uma condição que pode ser confundida com outros problemas de saúde, como varizes. É fundamental entender a diferença entre essas condições para buscar o tratamento adequado. Este artigo explora a natureza da dor ciática e como distingui-la da dor causada por varizes.

    Sumário

    Entendendo o Nervo Ciático

    O nervo ciático é o maior nervo do corpo humano, responsável pela força muscular nas pernas e pelos movimentos das articulações do quadril, joelhos e tornozelos. Ele se estende da coluna vertebral, passando pelos glúteos e coxas, até chegar aos pés.

    Sintomas da Dor Ciática

    A dor no nervo ciático, ou ciatalgia, é uma sensação intensa que pode afetar a capacidade de caminhar ou ficar em pé. Geralmente, essa dor é mais acentuada pela manhã ou ao realizar esforços como espirrar ou tossir. Os sintomas incluem:

     

    Dor na lombar, glúteos ou perna;

    Formigamento ou dormência nas pernas e pés;

    Fraqueza na perna ou no pé.

    As causas da dor ciática podem ser diversas, como hérnia de disco, esporões ósseos, anomalias musculares ou tumores.

    Diferenciando Dor Ciática de Varizes

    Embora ambas possam causar dor nas pernas, há diferenças significativas:

     

    Dor Ciática: Geralmente mais aguda e acompanhada de formigamento ou dormência. A dor se intensifica pela manhã e com esforços físicos.

    Dor de Varizes: Caracteriza-se por uma sensação de peso e piora ao ficar em pé por longos períodos. Melhora com repouso e elevação das pernas.

    Diagnóstico e Tratamento

     

    Nervo Ciático: O diagnóstico envolve exame clínico e, possivelmente, exames de imagem. O tratamento depende da causa subjacente e pode incluir fisioterapia, medicamentos ou, em casos graves, cirurgia.

    Varizes: O diagnóstico é feito por um cirurgião vascular, e o tratamento pode variar de medidas conservadoras a procedimentos como escleroterapia ou cirurgia a laser.

    Quando Procurar Ajuda Médica

    É importante procurar um médico especializado se:

     

    A dor nas pernas é persistente ou intensa;

    Há confusão sobre a origem da dor;

    Outros sintomas, como inchaço ou alterações na pele, estão presentes.

    Conclusão

    A dor no nervo ciático e as varizes são condições distintas que requerem abordagens de tratamento diferentes. Compreender os sintomas e procurar ajuda médica especializada é fundamental para um diagnóstico correto e um tratamento eficaz. Lembre-se de que um diagnóstico preciso é a chave para aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida.

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  • Síndrome do Dedo Azul: Entenda o Sinal de Alerta Vascular

    by Dr. Alexandre Amato on fevereiro 13, 2024 at 1:11 pm

    Você já ouviu falar na Síndrome do Dedo Azul? Apesar de parecer um nome curioso para uma condição médica, ela é uma entidade bem reconhecida no campo vascular, destacando-se por seus sintomas visíveis e necessidade de atenção especializada. Dr. Alexandre Amato, um renomado cirurgião vascular, destaca a importância de entender essa condição para evitar danos maiores e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Neste artigo, exploraremos as causas, sintomas e tratamentos para a Síndrome do Dedo Azul, enfatizando a importância do cuidado vascular.

    Sumário

    Resumo

    O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, discute a Síndrome do Dedo Azul, uma condição vascular séria que causa uma coloração azulada ou roxa nos dedos das mãos ou pés devido à obstrução vascular. Ele explica que esta condição é distinta do Fenômeno de Raynaud, destacando a importância do diagnóstico correto. A Síndrome do Dedo Azul pode ser causada por embolizações, onde pequenos fragmentos bloqueiam o fluxo sanguíneo, afetando não apenas os dedos, mas potencialmente qualquer órgão do corpo. O tratamento envolve a resolução de fatores de risco e, em alguns casos, pode necessitar de intervenção cirúrgica para prevenir complicações graves como gangrena ou amputação.

    Transcrição

    E aí, já ficou com o dedo azul? Sabia que isso é uma entidade médica bem reconhecida? Um dedo pode ser um dedo da mão, um dedo do pé. Se ele ficou azulado ou roxo púrpura. Isso é uma doença vascular e a gente precisa entender para conseguir evitar um dano maior. Sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, Eu ajudo pessoas com problemas circulatórios a entenderem o seu problema e a melhorar em qualidade de vida. Então esse dedo azul tem até nome, chama se Síndrome do dedo azul. Acontece que eu lembro até quando eu estava na residência médica, que às vezes a gente colocava o diagnóstico de síndrome do dedo azul e os outros residentes de outras especialidades viam aquilo e tiravam sarro, achando que era brincadeira. Mas não é isso é uma doença bem clara, bem definida do ponto de vista vascular, e não tem nada a ver com aquele fenômeno de Raynaud que a gente já falou. O fenômeno de Raynaud é uma vasoconstrição. É uma situação em que o dedo pode ficar roxo, mas é em sequência de outras colorações, então vai ficar pálido. O roxo é avermelhado. Esse é o fenômeno de Raynaud ou a síndrome de gênero. E esse vídeo aqui não é sobre o Raynaud, é sobre a síndrome do dedo azul. Então você já teve o dedo azul? Conhece alguém que teve o dedo azul? Alguém na família está passando por esse problema? Tá lá com alguma extremidade do corpo azulada? Comenta lá embaixo o que eu quero saber. A razão pela qual você está aqui no vídeo para saber o que eu posso fazer para ajudar. Um outro vídeo falando de outro aspecto da doença. Tudo isso é muito importante para a gente melhorar aqui o canal para ele ficar mais adequado para suas necessidades. Então, o termo síndrome do dedo azul foi cunhado lá em 1976. Foi a primeira vez que foi usado, mas outros casos já tinham sido publicados na literatura uma década antes. É a síndrome do dedo azul, então estava relacionado com a embolização. O que que é isso? É quando um pequeno fragmento de alguma coisa solta e vai parar lá na frente obstruindo algum vaso da árvore arterial. Então a síndrome do dedo azul é um dedo roxo violáceo, não desencadeado pelo pelo trauma ou pelo frio, ou por alguma situação de estresse que aí seriam outras causas, mas sim por um êmbolo, por uma obstrução de algum vaso. Hoje em dia também considera se o venoso não só o arterial, mas o venoso. No caso de uma obstrução arterial, esse pequeno êmbolo ele vai funcionar como uma rolha. Ele obstrui a chegada do sangue oxigenado vermelhinho lá na periferia, na pontinha do dedo, agora no lado venoso, que é responsável pela drenagem, pela retirada desse sangue e levar de volta para o coração, pode acabar causando uma estase desse sangue também, agitando e causando uma coloração. Diferentemente da o fenômeno de Raynaud, ele tem uma cianose fixa, ou seja, essa coloração ela não vai mudar a gente, não adianta a gente esquentar que vai dar, que daria uma vasodilatação. No caso da síndrome do dedo azul, aquele roxo está lá e continua roxo. Não importa que você faça. Então, o fenômeno muitas vezes é descrito como o chuveirinho. Como assim o chuveirinho? Que tem haver um chuveirinho? Com isso? É porque pequenos fragmentos, então eles podem micro simbolizar. Então ele acaba fazendo um chuveirinho mesmo de pequenas partículas de sangue que vão lá digitalmente, causando a obstrução desses pequenos vasinhos. Hoje em dia. Então, são várias as causas aceitas e descritas nessa síndrome. Mas vamos lá, vamos começar pela principal principal a ter embolia, mesmo que ele é derivado da placa aterosclerose. Então, como isso funciona? Se você tem uma placa na parede do vaso, essa placa ela pode ser uma placa mole ou uma placa dura e seria uma placa instável ou uma placa estável. A placa instável tem esse nome Porque? Porque ela consegue fragmentar. Ela consegue soltar pedacinhos muito facilmente. Essa é uma placa perigosa, então ela pode abrir, ela pode expor o seu conteúdo ali dentro dessa placa que tem o conteúdo necrose, tem bastante célula muscular, tem tem um monte de substância, colesterol, lipídios e tudo isso pode formar pequenos aglomerados e em alguns casos, quando isso se expõe, ele pode acabar formando uma trombose, o local ali, uma rolha naquele ponto do vaso. Mas nem sempre é isso que acontece. Às vezes os pedacinhos são menores e eles vão navegando na corrente sanguínea até ir parar num vasinho que diminuiu de calibre, que aí ele é bem mais distal, causando a síndrome do dedo azul. Então, quando a gente vê essa lesão lá na pontinha do dedo, o problema não está na pontinha do dedo, embora a dor está lá, embora toda queixa está lá na pontinha do dedo. O problema é bem proximal e pode ser desde a pontinha do dedo até o coração. Pode ter em algum ponto. Aí pode ter uma placa que está frágil e que está micro simbolizando, está soltando esses cristais de colesterol ou pequenos fragmentos que estão obstruindo e até mesmo o coração. A gente pode ter um mix, ou um tumor, ou um coágulo dentro do coração que está fragmentando também e simbolizando digitalmente. Essas são as duas principais causas a placa aterosclerose, que é uma doença que o cirurgião vascular atua, e as doenças cardíacas que formam coágulos e êmbolos. Hoje, em dia também é aceito várias causas para trombose, então doenças do sangue que podem desencadear trombose tem podem entrar como o fator causal de um dedo azul, a vasoconstrição, desde que ela seja constante, que não seja facilmente reversível. Ela pode levar a um dedo azul. Várias doenças infecciosas e inflamatórias, como a doença de BC, que é uma doença auto imune, ou mesmo a sífilis, também podem desencadear essa obstrução. A gangrena venosa, a fleugmásia são doenças mais complicadinhas e tem a doença do sangue também, que várias cria o globo anemia que é da competência do hematologista. Mas resumindo tudo isso, e se eu tenho um dedo roxo, eu tenho que ver todo o caminho, todo o trajeto circulatório e tentar buscar alguma fonte aí que pode estar soltando esse chuveirinho de micro êmbolos. Parece simples, pessoal, mas o problema muitas vezes só aparece assim externamente quando acontece nos dedos. É por isso que tem esse nome. Mas se você parar para pensar esses micro êmbolos, eles podem parar em qualquer órgão do corpo. Como as nossas artérias estão lá, irrigando o fígado, irrigando o rim, irrigando o intestino e tudo mais. Eu posso ter esses pequenos fragmentos obstruindo a artéria de qualquer órgão e aí eu posso ter sintomas em órgãos diversos. Por exemplo, vamos falar, vamos falar do sistema renal. Então, se eu tenho uma placa na horta e essa placa está fragmentando, soltando esses e essas bolotinhas lá e acaba obstruindo uma artéria do rim, isso pode acabar levando a uma queda da função renal. Então vai aparecer que o rim não está funcionando e quando o rim não funciona, tem uma alteração grande da pressão arterial. Uma outra coisa muito comum no sistema neural. Então essas bolotinhas podem ir lá no cérebro e causar uma obstrução no cérebro. O que acontece? Acontece uma isquemia vascular transitória. Então a pessoa pode ter todos os sintomas de um AVC e com uma plaquinha pequenininha pode acabar regredindo. E aí não é um AVC completo, mas esse mesmo cristal de colesterol, ele pode obstruir uma artéria retiniana, uma artéria ao lado do olho e acaba ficando cego momentaneamente. Isso tem até um nome a cegueira monocular transitória que seria amorosa e fugaz. A pessoa fica cega por um tempinho e isso passa. É uma plaquinha lá que está obstruindo essa artéria na pele. A gente vê essa gangrena, vê essa isquemia. Mas pode aparecer também o indivíduo reticular, que são aquelas tramas de coloração diferente. Fica vermelho pálido nas pernas. Isso também pode acontecer por causa de um evento como esse no trato gastrointestinal. Então o estômago intestino, o que pode ter? Pode ter dor, pode ter diarreia, pode ter até um sangramento, pode ter um melena que seria fezes bem escurecidas, fezes pretas. Uma micro embolização para o pulmão pode causar uma hemoptise, ou seja, começa a cuspir sangue, catarro, sangue e no corpo em geral pode trazer fadiga, dor muscular, pode trazer febre também. E como que a gente sabe, eu estou podendo roxo? Como que vou saber se é por causa de tudo isso? É a história. Por isso que conversar com o médico especialista, principalmente aí o cirurgião vascular, é muito importante, porque conversando a gente vai tirar todos aqueles fatores de risco da história do paciente. Então. Então, por exemplo, se ele é um tabagista, ele já tem um fator de risco enorme para formação de placa, aterosclerose. E aí a gente vai fazer os exames de imagem para procurar essa placa. Em todo o trajeto do vaso é possível fazer o diagnóstico. A biópsia desse tecido que ficou roxo, vai mostrá la, vai aparecer na lâmina. Mas a gente tem que pensar o outro lado também. Eu vou estar fazendo uma biópsia, vou estar tirando um tecido onde está chegando menos sangue e onde vai ser mais difícil cicatrizar. Então não é uma ideia muito boa. E pra quem teve a síndrome do dedo azul, é importante fazer o tratamento clínico. O tratamento clínico consiste em resolver todos os fatores de risco que forem identificados. Então isso é com você parar de fumar, controlar pressão, diabetes, tudo isso que está envolvido, que a gente vive falando aqui. A alimentação, o exercício físico e existem alguns medicamentos que ajudam a estabilizar essa placa, tirar ela de uma situação extremamente cruenta, extremamente fácil e se desprender e causar outro evento para que ela cicatrize e que ela fique mais lisinha ali sem tanto risco. E quem vai fazer isso é o cirurgião vascular. Então por isso que. Então por isso que é super importante você se preocupar e ir atrás quando tem um dedo ou se anote com o dedo roxo um dedo púrpura. Em alguns casos pode acabar evoluindo aí para uma isquemia gangrena, sendo necessário até uma amputação. E aí, gostou do nosso vídeo? Inscreva se no nosso canal, compartilhe com seus amigos e fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo para você assistir.

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    O que é a Síndrome do Dedo Azul?A Síndrome do Dedo Azul manifesta-se através da coloração azulada ou roxo-púrpura de um ou mais dedos das mãos ou pés, não provocada por trauma ou exposição ao frio, mas sim por uma obstrução vascular. Esta condição distingue-se do fenômeno de Raynaud, que envolve uma sequência de mudanças de coloração devido à vasoconstrição. Na Síndrome do Dedo Azul, a coloração azulada é fixa, indicando uma cianose que persiste independentemente de mudanças de temperatura ou esforços para melhorar a circulação local.Causas e DiagnósticoA causa principal da Síndrome do Dedo Azul é a embolização, ou seja, a obstrução de vasos sanguíneos por pequenos fragmentos que se deslocam na corrente sanguínea até alcançar vasos de menor calibre, impedindo o fluxo sanguíneo adequado. Estes êmbolos podem ser derivados de placas ateroscleróticas instáveis, fragmentos de coágulos ou até mesmo partículas associadas a doenças cardíacas.O diagnóstico da Síndrome do Dedo Azul requer uma investigação cuidadosa do histórico do paciente e exames de imagem para identificar possíveis fontes de embolização ao longo do sistema circulatório. Importante ressaltar que, embora o sintoma seja visível no dedo, a origem do problema pode estar localizada em áreas mais proximais, incluindo o coração.Tratamento e PrevençãoO tratamento da Síndrome do Dedo Azul foca na resolução dos fatores de risco identificados e na estabilização das placas ateroscleróticas para prevenir novos episódios de embolização. Isso inclui medidas como cessação do tabagismo, controle de diabetes, hipertensão e outras condições associadas. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos para ajudar a estabilizar as placas e prevenir complicações futuras.A prevenção também passa por um estilo de vida saudável, com dieta equilibrada e prática regular de exercícios físicos, além de acompanhamento médico regular, especialmente para indivíduos com fatores de risco para doenças vasculares.ConclusãoA Síndrome do Dedo Azul é mais do que um sinal visível; é um alerta para condições subjacentes que requerem atenção médica especializada. A conscientização sobre suas causas, diagnóstico e tratamento é fundamental para evitar complicações graves, como isquemia e gangrena, que podem levar a resultados devastadores. Se você ou alguém próximo apresenta sintomas relacionados a essa condição, procure orientação médica para uma avaliação detalhada e acompanhamento adequado.

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  • Remédios para Emagrecer e Seus Efeitos na Saúde Vascular

    by Dr. Alexandre Amato on fevereiro 12, 2024 at 7:25 pm

    A busca por métodos rápidos de emagrecimento muitas vezes leva as pessoas a optarem por remédios para emagrecer, mas é crucial entender os possíveis impactos positivos e negativos desses medicamentos na saúde vascular. Este artigo discute os efeitos dos remédios para emagrecer na saúde vascular e oferece alternativas saudáveis para a perda de peso.

    Sumário

    Resumo

    O Dr. Alexandre Amato discute a relação entre a obesidade e as doenças vasculares em seu vídeo. Ele explica que a obesidade é frequentemente associada a doenças vasculares e que os sintomas de ambas podem ser interligados, tornando difícil distingui-los um do outro. A obesidade é definida pelo Índice de Massa Corporal (IMC), com um IMC acima de 25 sendo considerado sobrepeso e um IMC acima de 30 sendo considerado obesidade. No entanto, ele esclarece que o IMC tem limitações, pois um atleta musculoso, por exemplo, pode ter um IMC alto sem ter excesso de gordura.
    Dr. Amato enfatiza a importância de evitar o efeito sanfona (flutuações constantes de peso), observando que até mesmo uma pequena perda de peso pode ter um impacto significativo na saúde e nas doenças vasculares. Ele também discute o papel dos alimentos pobres e baratos no agravamento da obesidade e sugere o uso de medicação para facilitar a adesão ao tratamento de perda de peso. Além disso, o sedentarismo é salientado como um fator agravante para a obesidade.
    Quanto à relação entre obesidade e doenças vasculares, Dr. Amato explica como a obesidade afeta diferentes problemas vasculares, como doenças arteriais, problemas venosos, problemas linfáticos e Lipedema. Ele pontua que a obesidade e a inflamação estão interligadas, criando um ciclo que pode piorar tanto a obesidade quanto o Lipedema. Ele enfatiza a necessidade de tratar a obesidade em conjunto com qualquer problema vascular e incentiva os pacientes a procurar assistência de um especialista se seu médico vascular estiver relutante em abordar problemas de obesidade.

    Transcrição

    Olá! Sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e, hoje, eu vou falar sobre como a obesidade agrava as doenças vasculares.
    Muitas vezes, a obesidade e as doenças vasculares andam juntas, e não conseguimos separar uma da outra. Às vezes, o sintoma de uma doença é por causa dessa doença vascular, mas é agravado por causa da obesidade, ou o sintoma da obesidade é que a doença vascular só está lá numa fase que seria assintomática. É difícil separar os sintomas.
    Então, esse aspecto influencia na obesidade e nas doenças vasculares, e é importantíssimo para todos. A obesidade, hoje em dia, é reconhecida como a deposição de gordura corporal causada por um aumento de absorção energética. Se você come mais do que consegue ou gasta de energia, você vai acabar acumulando essa gordura no corpo todo.
    Ela difere do Lipedema, onde esse acúmulo de gordura pode ocorrer sem necessariamente uma ingestão maior energética, pois acontece por causa da inflamação do sistema linfático e, necessariamente, em membros, não em tronco. Então, a obesidade difere do Lipedema, mas elas também podem andar juntas.
    A obesidade é definida pelo IMC, que é o Índice de Massa Corpórea. O IMC, você pode fazer o cálculo: têm várias calculadoras. Vou colocar um link aqui embaixo de uma calculadora para você calcular o seu IMC.
    Mas o IMC acima de 25 é considerado sobrepeso, e o IMC acima de 30 já é considerado obesidade. O IMC tem algumas falhas, então, quando pegamos um halterofilista como exemplo, ele pode ter um IMC muito alto sem nada de gordura. Logo, para ele, o IMC não significa obesidade. O IMC serve para avaliação de população em geral, ajuda na avaliação individual, mas não é o único critério que vamos utilizar.
    Por exemplo, uma paciente com Lipedema pode ter o IMC de 30 e não ser obesa. Esse é um conceito importante.
    Agora, quais são as atualidades aí sobre a obesidade?
    Primeiro, o que devemos evitar é o efeito sanfona. O ato de emagrecer e engordar repetidamente é muito pior do que manter um peso constante, mesmo que acima do ideal.
    Outro aspecto é que qualquer perda de peso é significativa e é importante para a sua saúde. Se você consegue perder 5% do peso corporal, isso já vai influenciar muito positivamente na sua saúde em geral e nas doenças vasculares.
    Lembrando outra coisa que eu já falei em outros vídeos é que os alimentos ruins são os mais baratos. Se você for a um fast food, vai fazer uma refeição relativamente barata, mas ela é a pior de todas. Portanto, vai ser uma refeição repleta de carboidratos e alimentos muito processados, e que piora a obesidade.
    O emagrecimento rápido facilita a adesão ao tratamento, então, muitas vezes, é necessário entrar com medicação logo no início. Eu sei que muitas pessoas têm aversão ao uso de medicação para emagrecer: “Ah, vou emagrecer só com dieta. É possível?” Sim, é possível! Mas o uso de medicação no início e a perda de peso faz a diferença e ajuda a aderir ao tratamento.
    Não evite o uso de medicamentos, se for necessário e indicado pelo seu médico.
    Para a obesidade – isso não vale para o Lipedema -, a dieta com baixa ingestão calórica vai causar um déficit entre o que você está comendo de energia e o que você está gastando, assim, vai acabar, obviamente, usando suas reservas naturais para energia, e vai acabar emagrecendo. Matemática básica!
    Lembrando que a obesidade sempre vem junto com o sedentarismo. O sedentarismo causa obesidade e a própria obesidade acaba incentivando o sedentarismo.
    Agora vou falar da obesidade com cada um dos problemas vasculares.
    Dividimos a cirurgia vascular e encontramos problemas arteriais, problemas venosos, problemas linfáticos e o Lipedema junto com os problemas linfáticos.
    Doenças arteriais são as doenças das artérias, a mais comum é a aterosclerose, que é a deposição de placas que entopem essas artérias e não permite o sangue chegar nos membros. Vocês já devem ter visto casos de gangrena, necrose, pessoas que precisaram ser amputadas. Isso é a fase final da aterosclerose, mas ela começa muito mais cedo na vida e podemos preveni-la evitando a obesidade.
    Do ponto de vista de problema venoso, o mais frequente é a insuficiência venosa, como as varizes. A insuficiência venosa é basicamente o refluxo do sangue, o sangue que deveria subir na perna, ele desce, dilata essa veia e nós temos o nosso mecanismo de retorno venoso, que bombeia o sangue de volta para o coração. A panturrilha é o principal.
    Então, o paciente obeso vai ter uma piora da insuficiência venosa, vai ter uma piora das varizes, e ainda vai ser agravado pelo sedentarismo, que não vai utilizar a musculatura da panturrilha para bombear o sangue de volta para cima.
    Problemas linfáticos ocorrem pela dificuldade de retorno da linfa para a circulação, que também ocorre pela panturrilha. Então, se for sedentário, vai ter uma retenção maior de líquido do sistema linfático e isso aumenta o risco de infecção.
    Agora vou falar do Lipedema. Este tem um aspecto bem característico, que são pacientes que têm uma dificuldade enorme de perder a gordura das pernas mesmo com dieta e exercício físico direcionado. Lipedema é relativamente fácil, mas quando temos Lipedema junto com a obesidade, tem que ser abordado de forma diferente e tratado de forma diferente.
    É óbvio que a obesidade causa inflamação e a inflamação piora a obesidade e o Lipedema, os sintomas do Lipedema entram nesse ciclo vicioso. Algumas pessoas perdem o controle disso e acabam piorando o quadro de maneira gradativa.
    Acho que é responsabilidade do médico, do cirurgião vascular, o tratamento associado da obesidade. Portanto, não basta o paciente vir aqui com um problema venoso, arterial, linfático ou mesmo o Lipedema e entregarmos o tratamento somente dessa doença.
    Temos que dar a informação e condições para o tratamento da obesidade também. Como eu disse já nesse vídeo, o uso da medicação ajuda a acelerar esse processo, ganhando a adesão ao tratamento.
    Agora, se o seu cirurgião vascular não for adepto do tratamento da obesidade associado, não se acanhe, busque outro médico para fazer o tratamento da obesidade, pode ser um endocrinologista, um clínico. Há vários médicos que são dedicados ao tratamento da obesidade. Mas não deixe de fazer, é necessário a concomitância!
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    Entendendo a Saúde Vascular
    A saúde vascular diz respeito ao bom funcionamento do sistema circulatório, que inclui artérias, veias e capilares. Um sistema vascular saudável é fundamental para o transporte eficiente de sangue, oxigênio e nutrientes por todo o corpo, além de ser essencial na remoção de resíduos e toxinas. Problemas vasculares podem levar a condições graves, como doenças cardíacas, hipertensão e trombose.
    Remédios para Emagrecer e Saúde Vascular
    Os remédios para emagrecer podem ter efeitos variados na saúde vascular. Alguns podem:

    Aumentar a pressão arterial;
    Alterar os níveis de colesterol no sangue;
    Aumentar o risco de problemas vasculares, como coágulos sanguíneos.

    Entretanto, a diminuição de peso remove um dos maiores fatores de risco para as doenças vasculares que é a obesidade.É fundamental evitar o uso desses medicamentos sem supervisão médica devido aos riscos potenciais à saúde vascular e outros efeitos colaterais.
    Como Emagrecer de Forma Saudável
     
    Emagrecer de forma saudável e sustentável envolve uma combinação de dieta balanceada, exercício físico regular e um estilo de vida saudável:

    Consulte um Profissional de Saúde: Antes de iniciar um programa de emagrecimento, consulte um médico ou nutricionista.
    Estabeleça Metas Realistas: Metas radicais ou restritivas são insustentáveis e prejudiciais à saúde.
    Alimentação Equilibrada: Prefira uma dieta rica em frutas, vegetais, proteínas magras e grãos integrais.
    Exercício Regular: A atividade física é crucial para a perda de peso saudável.
    Hidratação Adequada: Muitas vezes, a sede pode ser confundida com fome.
    Durma Bem: O sono adequado é importante para regular o apetite e o metabolismo.

    Efeitos Colaterais dos Remédios para Emagrecer
     
    Além de possíveis impactos na saúde vascular, os remédios para emagrecer podem causar outros efeitos colaterais, como alterações de humor, problemas digestivos e até dependência. Devem ser tomados somente sob supervisão médica.
    Conclusão
    Embora os remédios para emagrecer possam parecer uma solução rápida, eles podem apresentar riscos significativos à saúde vascular e geral. A perda de peso saudável deve ser abordada de maneira holística, com foco em mudanças de estilo de vida sustentáveis, sob orientação de profissionais de saúde. Lembre-se de que a saúde vascular é fundamental para o bem-estar geral, portanto, qualquer preocupação nessa área deve ser discutida com um cirurgião vascular.

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